TERMO DE COOPERAÇÃO COM ORGANIZAÇÃO DE INTERCÂMBIO CULTURAL

TERMO DE COOPERAÇÃO COM ORGANIZAÇÃO DE INTERCÂMBIO CULTURAL

UNICRUZ REVALIDOU CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO COM

A ORGANIZAÇÃO DE INTERCÂMBIO AFS INTERCULTURA

 

 

A Unicruz e a organização de intercâmbio internacional AFS Intercultura Brasil, acabaram de revalidar o convênio de cooperação firmado no ano de 2024, mantendo o alinhamento institucional e os propósitos celebrados entre as duas entidades neste período de vigência. Participaram das tratativas a Reitora Sirlei de Lourdes Lauxen e a Pró-Reitora de Graduação Vera Lúcia Freitag, representando a universidade, juntamente com a presidente do comitê da AFS em Cruz Alta Tatiana Noronha e a Coordenadora de Alianças Salete Regina Protti.

A ASF (American Field Service) é uma das mais tradicionais organizações de intercâmbio do Mundo com 105 anos de fundação e atuação em mais de 60 países. No Brasil, esta organização internacional não-governamental já completou 66 anos de atividade. A parir de agosto, vão chegar ao Brasil cerca de 130 intercambistas, dos 14 aos 70 anos, vindos dos mais diferentes países do Mundo. A partir das inscrições centralizadas na sede da AFS, no Rio de Janeiro, este enorme contingente estrangeiro vai ser direcionado para todo o país, de norte a sul.

De acordo com a presidente do comitê cruz-altense Tatiana Wermuth Noronha, o Rio Grande do Sul possui sete células distribuídas em diferentes regiões do Estado, onde muitos desses intercambistas já tem sua estadia totalmente programada. “A organização AFS possui uma rede de apoio para dar ao intercambista, seja ele estudante ou não, um suporte durante todo o período de sua estadia, capaz de solucionar possíveis dificuldades de adaptação, desenvolver projetos e estimular as parcerias, entre as instituições educacionais e as famílias acolhedoras” explica Tatiana.

No caso de intercâmbio cultural, o participante irá morar com uma família selecionada e preparada pelo AFS e estudar em uma instituição escolar parceira, vivendo o dia-a-dia do país anfitrião, enquanto aprende um novo idioma. O período de estadia para estudantes adolescentes entre 14 e 18 anos, tem duração variável de três meses, seis meses e 11 meses. Existem opções, ainda, para quem busca experiências através da interculturalidade, para desfrutar de novas culturas e tradições em períodos variáveis, mais programas de férias no Canadá, Argentina, Dinamarca e Reino Unido, e o mini high school de dois meses (novembro e dezembro) na Itália.

As oportunidades de intercâmbio em outros países e a possibilidade de ser uma família hospedeira, já está sendo divulgada entre os acadêmicos dos diferentes Cursos de Graduação da Unicruz. Representantes do comitê da organização AFS de Cruz Alta tem intensificado nas últimas semanas a distribuição de folhetos explicativos, divulgando as bases do convênio institucional e todas as informações tanto para ser um intercambista como para dar acolhida – e recebê-los. “É uma troca. À medida que jovens de outros países são recebidos, os nossos jovens também terão a oportunidade de conhecer outros países” explica Tatiana Noronha.

INTERCAMBISTA JAPONESA –

Desde o mês de fevereiro, uma jovem adolescente de 16 anos – Rinko Nakane, veio de Shinagawa, distrito da região metropolitana de Tokyo, para um intercâmbio de um ano no Brasil. Aqui em Cruz Alta, ela foi recebida pela família de Carmem Gardin e Marcelo dos Santos. Rinko Nakane estuda no Colégio Santíssima Trindade e faz aulas de violão e dança. Em reportagem publicada no jornal Diário Serrano, a intercambista japonesa manifestou sua imensa satisfação em ter escolhido o Brasil, o RS e Cruz Alta para sua primeira grande viagem longe do Japão.

A jovem Rinko Nakane comentou que sempre teve muita curiosidade em conhecer a língua, a cultura e as características geográficas do Brasil. O fuso horário de 12 horas entre os países também tem impactado nessa experiência, fazendo passar pela imaginação da visitante ilustre o significado de: “quando é meio-dia no Brasil, já é meia-noite no Japão”. Por isso, ele é conhecido como a “terra do Sol Nascente”, simbolizado em sua bandeira, por estar com uma diferença de 12 horas à frente do horário de Brasília.

A intercambista japonesa Rinko Nakane, vive um momento especial de sua vida, em tudo o que esta experiência fascinante tem proporcionado. Ela está deslumbrada, no bom sentido, com a energia positiva das pessoas – que são alegres e sorridentes. Rinko está contagiada por toda essa gentileza e as amizades que tem conquistado no Santíssima. Quanto aos hábitos alimentares, o que de mais prazeroso encontrou na mesa foi comer arroz e feijão, a combinação mais tradicional dos brasileiros.

A busca ativa por famílias hospedeiras, que estejam dispostas a receber jovens de outros países, tem sido motivada, segundo a Coordenadora de Alianças Salete Regina Protti, em razão de uma reciprocidade, em que os intercambistas que saem do Brasil para essa experiência, seja em números relativos aos que se inscrevem para vir pro Brasil. Existe uma preocupação no preenchimento dos formulários, para que tudo se encaixe nas expectativas do visitante e das famílias. Para o comitê local da AFS, toda essa articulação cuidadosa tem muito do sucesso do programa em mais de 60 países disponíveis no Mundo.

 

FOTOS RELACIONADAS –

– Encontro da Reitoria da Unicruz com as responsáveis pelo comitê da AFS, em Cruz Alta.

– A intercambista japonesa Rinko Nakane, a Coordenadora Pedagógica do Ensino Médio Karine Bueno e a diretora do Colégio STS Irmã Vanda Fronza.

  • Divulgação nos cursos pelas voluntárias Graciela Florian Roberto e Amanda Rigoli de Mello.